Um olhar sobre a “alma literária” de quem vende livros

A Saber Viver Lisboa TV apresenta a rubrica “Se eu fosse escritor (a)” direcionada aos vendedores de livros da 87.ª edição da Feira do Livro de Lisboa. Isto porque… por detrás da venda de obras literárias, há pessoas que se relacionam com a leitura de forma intimista, indagadora e criativa, revelando os contornos da sua imaginação, colocando-se num hipotético lugar de escritor (a), no âmbito da reportagem publicada hoje.

Entrevistas, recolha e edição de imagem: Por Daniela Gonçalves
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“Science4You”: Brinquedos portugueses educam para a ciência

Miguel Pina Martins acreditou que havia mercado para brinquedos científicos, em Portugal e lá fora, e o sonho nasceu, é português e um sucesso de vendas. Fomos à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, ao Tec Labs, conhecer a “Science4You” e conversar com Miguel Pina Martins, o seu administrador. Saiba mais.

Entrevista, recolha e edição de imagem: Por Daniela Gonçalves
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Science4You: Ciência, brincadeira e consciência ecológica

A Saber Viver Lisboa TV apresenta-lhe a segunda parte da reportagem realizada  na sede da Science4You, uma empresa portuguesa já bem conhecida das famílias de “pequenos cientistas”. Não perca.

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O desafio de fazer jornalismo em Ciência: Que preparação?

A Saber Viver Lisboa TV revela-lhe, hoje, o ponto de vista de Carlos Fiolhais, professor de Física da Universidade de Coimbra e diretor do Rómulo Centro Ciência Viva, sobre as competências jornalísticas em Ciência.

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Editori@l Mais formação: o oásis em jornalismo científico

A Ciência nos meios de comunicação social e a formação dos jornalistas em Portugal

É uma oportunidade fantástica poder reportar factos relativos ao universo científico, em Portugal e no mundo. O jornalismo na sua ímpar versatilidade tem essa vantagem de aprendizagem e transmissão de informação nas mais diversas áreas, e em particular, na da ciência, qual território muitas vezes hermético, pouco acessível, pela sua semiótica, linguagem e comunicação do seu método científico.

Capas Editorial DG 2016

Créditos da fotografia: Daniela Gonçalves

Os esforços na comunicação por parte dos cientistas e jornalistas têm sido, no entanto, acrescidos, nos últimos anos, mesmo que haja “arestas a limar”: aproximação de linguagens, para um melhor esclarecimento do público. A empatia comunicacional entre jornalistas e cientistas pretende-se melhor e mais eficaz, todavia há um aspeto que, na minha ótica, enquanto jornalista especializada em jornalismo em Medicina e Saúde, gostaria de destacar: a formação dos jornalistas para melhor investigarem e tratarem os temas da Ciência. Se é bem verdade que as ciências são inúmeras, também é inegável que na diversidade da sua linguagem, objetos de estudo e relações conceptuais, algo as une e que interessa aos jornalistas conhecer: trata-se do método científico. Por exemplo, os tipos de amostras podem ser representativos do universo ou não, e apenas darem origem a resultados exploratórios, para futuras investigações e não gerarem resultados “definitivos”… Saber o que é um grupo de controlo…, margens de erro… (enfim)… Porque razão é importante saber estes dados? Para melhor entender os factos a noticiar e os divulgar melhor. Pese embora, a existência de diversas ciências, creio que todas têm em comum a aplicação do método científico. Por tudo isto, creio que os jornalistas devem conhecer as fases do método científico, para melhor reportarem resultados preliminares de estudos, ensaios ou outras investigações. A compreensão desses meandros é fundamental para a sua formação em Ciência, ou melhor em Ciências. 

Museu da Ciência da Universidade de Coimbra

Créditos da Fotografia: Daniela Gonçalves

Se os jornalistas têm a ganhar sendo versáteis e tratando várias secções, também é verdade que lucram em terem preparação resultante de cursos que possam ir fazendo, nem que sejam simples workshops leccionados por cientistas e dirigidos ao público, em geral, nos museus de Ciência ou Centros Ciência Viva. Isto porque, mesmo que a interacção entre cientistas e jornalistas seja mais frequente e produtiva, haverá sempre necessidade de alguma preparação prévia dos jornalistas para melhor entenderem o mundo mental dos cientistas, de forma a melhor informarem o público. Se um jornalista estiver minimamente preparado, poderá colocar questões mais pertinentes. Consequentemente, mais informação poderá ser tratada e mais celeremente por parte dos jornalistas e com menos imprecisões. Meta crucial e um “oásis”, numa sociedade de informação, como a atual. Discordo, assim, do “argumento” usado por alguns profissionais que apregoa que os ritmos frenéticos da rotina jornalística não se conciliam com a preparação mais detalhada e prévia de pressupostos de trabalhos a realizar… Os jornalistas poderão fazer sempre algo melhor, pois regra geral, têm boas capacidades intelectuais e um desejo sem fim de chegar a todos. 

Daniela Gonçalves
Coordenadora
Saber Viver Lisboa TV

“Alemão a Caminho”: projeto do Goethe Institut leva a língua alemã às escolas portuguesas

A Saber Viver Lisboa TV apresenta-lhe, hoje, o projeto “Alemão a caminho”, do Goethe Institut. Sensibilizar os estudantes para aprenderem a língua alemã e contribuir para a sua futura integração laboral constituem as duas principais metas desta formação. Saiba mais, assistindo às entrevistas que fizemos a Stephan Hoffmann, vice-diretor do Goethe Institut e a Helena Davin, responsável pedagógica do projeto “Alemão a caminho”.

Entrevistas, recolha e edição de imagem: Por Daniela Gonçalves