“Science4You”: Brinquedos portugueses educam para a ciência

Miguel Pina Martins acreditou que havia mercado para brinquedos científicos, em Portugal e lá fora, e o sonho nasceu, é português e um sucesso de vendas. Fomos à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, ao Tec Labs, conhecer a “Science4You” e conversar com Miguel Pina Martins, o seu administrador. Saiba mais.

Entrevista, recolha e edição de imagem: Por Daniela Gonçalves
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Science4You: Ciência, brincadeira e consciência ecológica

A Saber Viver Lisboa TV apresenta-lhe a segunda parte da reportagem realizada  na sede da Science4You, uma empresa portuguesa já bem conhecida das famílias de “pequenos cientistas”. Não perca.

Entrevista, recolha e edição de imagem: Por Daniela Gonçalves
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O desafio de fazer jornalismo em Ciência: Que preparação?

A Saber Viver Lisboa TV revela-lhe, hoje, o ponto de vista de Carlos Fiolhais, professor de Física da Universidade de Coimbra e diretor do Rómulo Centro Ciência Viva, sobre as competências jornalísticas em Ciência.

Entrevista, recolha e edição de imagem: Por Daniela Gonçalves
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Editori@l Mais formação: o oásis em jornalismo científico

A Ciência nos meios de comunicação social e a formação dos jornalistas em Portugal

É uma oportunidade fantástica poder reportar factos relativos ao universo científico, em Portugal e no mundo. O jornalismo na sua ímpar versatilidade tem essa vantagem de aprendizagem e transmissão de informação nas mais diversas áreas, e em particular, na da ciência, qual território muitas vezes hermético, pouco acessível, pela sua semiótica, linguagem e comunicação do seu método científico.

Capas Editorial DG 2016

Créditos da fotografia: Daniela Gonçalves

Os esforços na comunicação por parte dos cientistas e jornalistas têm sido, no entanto, acrescidos, nos últimos anos, mesmo que haja “arestas a limar”: aproximação de linguagens, para um melhor esclarecimento do público. A empatia comunicacional entre jornalistas e cientistas pretende-se melhor e mais eficaz, todavia há um aspeto que, na minha ótica, enquanto jornalista especializada em jornalismo em Medicina e Saúde, gostaria de destacar: a formação dos jornalistas para melhor investigarem e tratarem os temas da Ciência. Se é bem verdade que as ciências são inúmeras, também é inegável que na diversidade da sua linguagem, objetos de estudo e relações conceptuais, algo as une e que interessa aos jornalistas conhecer: trata-se do método científico. Por exemplo, os tipos de amostras podem ser representativos do universo ou não, e apenas darem origem a resultados exploratórios, para futuras investigações e não gerarem resultados “definitivos”… Saber o que é um grupo de controlo…, margens de erro… (enfim)… Porque razão é importante saber estes dados? Para melhor entender os factos a noticiar e os divulgar melhor. Pese embora, a existência de diversas ciências, creio que todas têm em comum a aplicação do método científico. Por tudo isto, creio que os jornalistas devem conhecer as fases do método científico, para melhor reportarem resultados preliminares de estudos, ensaios ou outras investigações. A compreensão desses meandros é fundamental para a sua formação em Ciência, ou melhor em Ciências. 

Museu da Ciência da Universidade de Coimbra

Créditos da Fotografia: Daniela Gonçalves

Se os jornalistas têm a ganhar sendo versáteis e tratando várias secções, também é verdade que lucram em terem preparação resultante de cursos que possam ir fazendo, nem que sejam simples workshops leccionados por cientistas e dirigidos ao público, em geral, nos museus de Ciência ou Centros Ciência Viva. Isto porque, mesmo que a interacção entre cientistas e jornalistas seja mais frequente e produtiva, haverá sempre necessidade de alguma preparação prévia dos jornalistas para melhor entenderem o mundo mental dos cientistas, de forma a melhor informarem o público. Se um jornalista estiver minimamente preparado, poderá colocar questões mais pertinentes. Consequentemente, mais informação poderá ser tratada e mais celeremente por parte dos jornalistas e com menos imprecisões. Meta crucial e um “oásis”, numa sociedade de informação, como a atual. Discordo, assim, do “argumento” usado por alguns profissionais que apregoa que os ritmos frenéticos da rotina jornalística não se conciliam com a preparação mais detalhada e prévia de pressupostos de trabalhos a realizar… Os jornalistas poderão fazer sempre algo melhor, pois regra geral, têm boas capacidades intelectuais e um desejo sem fim de chegar a todos. 

Daniela Gonçalves
Coordenadora
Saber Viver Lisboa TV

“Alemão a Caminho”: projeto do Goethe Institut leva a língua alemã às escolas portuguesas

A Saber Viver Lisboa TV apresenta-lhe, hoje, o projeto “Alemão a caminho”, do Goethe Institut. Sensibilizar os estudantes para aprenderem a língua alemã e contribuir para a sua futura integração laboral constituem as duas principais metas desta formação. Saiba mais, assistindo às entrevistas que fizemos a Stephan Hoffmann, vice-diretor do Goethe Institut e a Helena Davin, responsável pedagógica do projeto “Alemão a caminho”.

Entrevistas, recolha e edição de imagem: Por Daniela Gonçalves

 

Astrologia chinesa inspira a arte e aprofunda a cultura

O novo ano lunar chinês – (do) macaco- foi celebrado numa palestra, em Oeiras. O evento decorreu, no auditório municipal Maestro César Batalha, e foi organizado pela Fundação Casa de Macau e Câmara Municipal de Oeiras. Para Mário Santos, diretor da Fundação Casa de Macau, mais do que uma ferramenta oracular, a Astrologia Chinesa deve ser encarada como uma área de saber, que inspira a arte e a cultura, promovendo – também – a evolução emocional e espiritual dos homens. Saiba mais, assistindo à reportagem que a Saber Viver Lisboa TV fez.

Entrevista, recolha e edição de imagem: Por Daniela Gonçalves
Saber Viver Lisboa TV
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